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Grandiosos debates sobre a necessidade da natureza ou outra coisa do tipo moderno

Houve um doutor em terapia do biomagnetismo que tentou convencer a plateia, o país e até a dra. Fátima Campos Ferreira da validade das suas certezas. A mim convenceu-me, apesar de ele não ser visiting scholar de lado nenhum nem ter tirado quatro cadeiras com o mesmo professor ou uma dezena de cadeiras por equivalência. Não me pareceu menos convincente do que os senhores Feliciano, Sócrates e Relvas, a quem alguns espíritos maliciosos têm dificuldade em tratar por doutor ou engenheiro. O colunista Daniel Oliveira indignou-se sem razão ao dizer que a ciência não é democrática. Mas está enganado. Na ciência, como em qualquer outro ramo de atividade, a maioria tem sempre razão. Por exemplo, na mudança de género aos 16 anos, basta a maioria estar de acordo e, pronto!, já está aprovada. Vê, Daniel? É simples. É democrata!

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