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Após D. Duarte e Cunhal, O “livro da ensinança da arte de bem cativar todo o exel”

De Mário Centeno já conhecíamos o pendor poético camoniano quando recitou parte das “Endechas a Bárbara Escrava”: “Aquela cativa/ Que me tem cativo,/ Porque nela vivo/ Já não quer que viva”, poema notável que termina de forma lindíssima: “Presença serena/ Que a tormenta amansa;/ Nela, enfim, descansa/ Toda a minha pena./ Esta é a cativa/ Que me tem cativo;/ E, pois nela vivo,/ É força que viva.”

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