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Como o sr. Poirot descobriu o responsável pelo assalto em Tancos e o fez pagar pelo crime

O senhor Hercule Poirot, famoso detetive belga (e nunca francês, ao contrário do que é sempre objeto de confusão na série televisiva), já sem a canga da sua mãe, a dra. Agatha Christie, apresentou-se com o seu pequeno e meneado passo de pinguim, os seus bigodes encerados e retorcidos e o seu sotaque inconfundível (além da casaca, que lhe dá a dignidade desejada). À frente tinha o prof. dr. (talvez este doutor seja por extenso) Azeredo Lopes, ministro da Defesa, e o general e chefe do Estado-Maior do Exército, Rovisco Duarte, que tinham acabado de exonerar quatro coronéis e um tenente-coronel por causa do enorme roubo do paiol de Tancos.

— C’est terrible! — exclamou Poirot. — Absolument terrible! Mas escusais de me dizer o que foi roubado, porque as minhas pequenas células cinzentas já o descobriram.

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