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A problemática dos extremos tomada do ponto de vista do centro ou coisa parecida

Boa-tarde, digo eu por mera educação, uma vez que de um ponto de vista conceptual esta saudação é de tal forma banal que o facto de a utilizar ou não é indiferente, não acha?

— Sem qualquer dúvida, meu bom amigo — respondeu-me o especialista Jean Esquer Dabacha, que me fora apresentado pelo anglo-saxónico John Pal Erma como um dos grandes estudiosos da política francesa, isto é, continental, latina, mundial. E continuou Esquer Dabacha: — Eu quase já nem digo “boa-tarde”, digo “boas”, mas só se não estiverem senhoras, para não confundir a saudação com uma imprecação machista.

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