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Como salvámos os campeões nacionais e mantivemos a independência intacta

O amigo alemão, conhecido por Alois Alzheimer, vem matando implacavelmente, um a um, os neurónios, como o Chuck Norris fazia nos seus filmes, e impede-me de recordar a história em todos os seus contornos heroicos, patrióticos e dignos da portugalidade (termo que voltou a estar na moda, não me lembro bem porquê). Mas, se não me falha o resto da memória que tenho, tudo começou com o Totta.

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