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Aquela marca de bicicletas que tem o poder na Hungria 
é um exemplo cheio de razão

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Não me perguntem porquê, não sei responder. Mas o nome do primeiro-ministro e grande democrata húngaro faz-me sempre lembrar uma marca de bicicletas. É uma memória antiga que não consigo compreender e ainda menos explicar, mas é constante. Orbán, cá para mim, é bicicleta. E não daquelas complexas, que existem hoje, cheias de mudanças e carretos. Nada disso! É daquelas pasteleiras que existiam, de preferência com os travões à inglesa, que não eram acionados através de cabos maleáveis mas por uma espécie de tubos de metal. Daquelas que tinham um cesto à frente e eram quase todas de senhora, porque o quadro não tinha aquela barra direita que ia da parte de baixo do selim à parte fixa do quadro dianteiro, mas sim uma forma arredondada que permitia às meninas montar sem ter de levantar demasiado a perna.

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