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A legalização da (ou do) UBER não faz sentido nenhum! É uma afronta aos nossos costumes

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Um cidadão ia na rua e o outro ao lado fazia um som de trompeta arruinada e, depois de um som cavo que lhe vinha do peito, atirava o escarro a cinco milímetros dos nossos pés. Se acaso lhe pedíssemos justificações, levávamos com um dicionário de calão recitado. Depois, o passante ajeitava a popa, limpava a orelha com a unhaca do dedo mindinho e coçava certas partes que me dispenso de referir. Ah! Esqueci-me de mencionar que tudo isto se podia passar dentro de um elétrico ou autocarro da Carris, ou mesmo no Metropolitano, como se dizia.

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