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Ah, como nós, repletos de puro platonismo, homenageamos o insuperável Paulo Portas

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Um grupo de apoiantes eidéticos* e platónicos do grandioso líder fez o seguinte discurso:

Eu juro que nunca esperei, nem esperar podia,
Que o vulto maior da nossa política ia,
Irrevogavelmente, de forma patente, em pleno dia,
Abandonar o nosso Parlamento.

Quem diria?
É claro, fica límpido e totalmente cristalino
Que a despedida comovida de tal paladino
Das liberdades e da lavoura teve tino,
E desmenti-lo só pode fazê-lo

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