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Expresso

A afetividade, o carinho e a ternura: coisas que passam a estar no centro da política

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Primeiro foi Marcelo, aquele que está sempre no centro de tudo. Depois, António Costa não lhe podia ficar atrás, até porque ele já ficou atrás nas eleições todas que disputou. Por último, Passos Coelho aderiu, porque Passos é sempre o último a perceber e, como tem uma cara assim, nós nem chegamos a perceber se ele percebeu. No CDS e no Bloco já eram mulheres a mandar — e sabemos como desde a Idade da Pedra as mulheres são seres repletos de amor. No PCP ainda se resiste, mas o PCP é claramente o único partido da resistência. Se não fossem comunistas e o Bruno de Carvalho não me impedisse de usar o vermelho, até eu aderia ao partido.
Foi assim que o afeto entrou nas nossas vidas. Para vos dar um exemplo do que pode vir a ser esta moda, deixo-vos um guião de como se vai passar o próximo debate quinzenal na nossa Assembleia da República:

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