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Expresso

A razão pela qual o povo não deve ser ouvido, até porque baralha os nossos aliados

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Primeiro telefonou-me o John Kerry. Estava aflito! Quase desesperado. Gritava coisas sem nexo e falava da base das Lajes e chamou aos portugueses malucos não menos de quatro ou cinco vezes. Por dever patriótico, desliguei-lhe o telefone e disse que não lhe admitia. Foi então que, passados minutos, me ligou o Jens Stoltenberg, que, para os poucos que não sabem, é o secretário-geral da NATO e antigo primeiro-ministro e líder do Partido Trabalhista da Noruega, que me interpelou, de modo bastante calmo, da seguinte maneira:
— O Kerry pareceu-te alterado?
— Muito, imenso! Estava aos berros, parecia o... bem, tu não deves conhecer.

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