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Expresso

Ana Cristina Leonardo

Revisão da matéria

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Se a Grécia tem o Syriza e os paradoxos de Zenão, nós temos Portugal como paradoxo de si próprio. O assunto não é novo e é mesmo cansativo q.b. Houve até quem garantisse que um dia se ouviu a Júlio César: "Há nos confins da Ibéria um povo que nem se governa nem se deixa governar." A lista dos que se debruçaram sobre o tema - sem resultados que se vejam, sublinhe-se -, é tão vasta como vasto era o mundo de Raimundo, do Carlos Drummond de Andrade que não era português.

 

 

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