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Ninguém para o AO (lê-se à vontade do freguês)

Que me desculpem os leitores católicos (se os houver, leitores e católicos): homens que se dizem não-praticantes tanto opinarem sobre práticas sexuais é um mistério que levarei decerto para a cova. O empirismo tem os seus limites, mas se já no século XVI o italiano Gabriele Falloppio recomendava (e fabricava) preservativos masculinos, forma de evitar gravidezes indesejadas e doenças sexualmente transmissíveis, insistir na negação do princípio do prazer e fazer disso doutrina no século XXI é anacronismo no mínimo, para não dizer contranatura que é palavra mais complexa.

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