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Sauve qui peut (la vie)

Continuamos sem saber de onde vêm as ideias justas, sabemos que o mot juste de Flaubert vem de muito trabalho. Posto isto, apenas o arranque de um texto, de onde vem o (novo) Acordo Ortográfico cheio de palavras novas, embora quanto a justeza: zero? Ora bem. De uma Assembleia da República, tão preparada para discutir a língua, como para despachar em 15 minutos a lei de financiamento dos partidos que o Presidente mandou para trás. Ao AO ninguém o mandou para trás, razão porque no site dos CTT se diz que a sua encomenda foi “rececionada” — e nós a olhar para aquilo como boi para palácio e não é por causa de os CTT terem sido privatizados. Nunca se escreveu tanto à vontade do freguês (apesar do serviço dos Correios ter piorado muito).

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