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Da sabedoria popular

Se o mundo fosse perfeito, toda a literatura — a existir — seria uma redundância. Impossíveis aberturas clássicas como a famosa de Tolstoi em “Anna Karenina”, ou a menos citada de Norman Mailer em “Os Nus e os Mortos”: “(...) All over the ship, all through the convoy, there was a knowledge that in a few hours some of them were going to be dead.” Num mundo perfeito, a morte, tal como a conhecemos, não existiria.

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