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Para quê reinventar a roda?

O Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz 2017 não foi atribuído. Segundo o júri, nenhum dos 170 originais tinha qualidade suficiente. Levando a Fundação o nome do escritor, nada como citá-lo: “A literatura — poesia e romance — espreguiça-se, devagar, sem ideia, sem originalidade, bocejando, cheia de esterilidade, conservando o antigo hábito de ser vaidosa, e costumando-se sem grande repugnância à sua nova missão de ser inútil. Convencional, hipócrita, falsíssima, não exprime nada: nem a tendência coletiva da sociedade em que vive, nem o temperamento individual do escritor.

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