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“Vá de Metro, Satanás!”

Escrevo isto com enorme desprazer: quem insiste em afirmar que o livro não tem os dias contados é porque não anda de Metro. Refiro-me aqui não apenas ao livro no seu tradicional suporte em papel — papel com o qual concorre já, e com vantagens palpáveis de transporte e armazenamento, a virtualidade dos e-books e similares —, mas ao livro no seu sentido forte e formato mínimo enquanto instrumento privilegiado de transmissão de cultura. É simples: no Metro ninguém (ou praticamente ninguém) lê livros!

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