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E o resto é paisagem...

Se a tragédia implica fatalidade, poderemos dizer que o que se passa com a língua portuguesa é uma espécie de tragédia anunciada? Há relativamente pouco tempo, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, garantia que, “se quisesse, o Governo podia denunciar o acordo ortográfico — mas não quer”. Veio nos jornais. O ministro dos Negócios Estrangeiros tem vindo a pronunciar-se sobre matérias várias, além da guerra na Síria e da questão de Olivença (perdão, Almaraz). Pronunciou-se, por exemplo, sobre a vitória de Salvador Sobral na Eurovisão, sublinhando o seu contributo, somado ao futebol, para o “prestígio do país” e aumento da “auto-estima”.

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