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Da tragédia à farsa

Está difícil! Vivida uma semana em que se conjugaram os velhinhos três éfes — embora nenhum deles remetendo para sexo — uma pessoa afunda-se na ressaca e na privação de assunto. Por falar em sexo. Simone de Oliveira cantava em 1969 “Quem faz um filho, fá-lo por gosto!”, subvertendo o Decreto-Lei nº 32171 de 1942 que inibia as mulheres de fazerem sexo sem outro motivo que não fosse a procriação. Pílulas, nem vê-las, e já existiam à venda há praticamente uma década. Dizia-se na referida lei, ainda em vigor já Paulo de Carvalho cantara ‘E Depois do Adeus’ havia tempo: “Nunca pode ser autorizada a venda de acessórios médicos (...) cujas propriedades ou efeitos sejam contrários à moral ou aos bons costumes ou capazes de interromper ou perturbar de qualquer modo a marcha fisiológica da gravidez.”

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