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Um homem livre é difícil de encontrar

Ultimamente tem-se morrido muito. Venho-o notando. Quando se é jovem, a morte não passa de uma ideia, e das mais platónicas. Atarefados depois, distraídos por afazeres levados a cabo com a minúcia de um agrimensor cego, esquecemo-la por instantes, perdida sabe-se lá por onde na floresta das sinapses. Até que um dia regressa, morte anunciada senão com o mesmo rigor com que García Márquez anunciou a morte de Santiago Nasar, suficientemente real para nos servir de horizonte. Veio para ficar.

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