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Ars longa, vita brevis (a arte é longa, e vida breve)

Se a (boa) literatura é para comer e “pícaro” encontra etimologia provável no pinche de cocina espanhol, imagine-se a festança! Chega o “ajudante de cozinha” a propósito de as pequenas histórias poderem ser grandes histórias! Uma sumária lista das duas em simultâneo, sem rigorismos estilísticos nem lisura de tempero: “La vida de Lazarillo de Tormes y de sus fortunas y adversidades”, Anónimo (1554), “Dom Quixote de la Mancha”, Miguel de Cervantes (1605), “The History of Tom Jones, a Foundling”, Henry Fielding (1749), “A Vida e Opiniões de Tristram Shandy”, Laurence Sterne (1759), “O Cego de Landim”, Camilo Castelo Branco (1876), “O Bom Soldado Švejk”, Jaroslav Hašek (1923), “As Aventuras de Augie March”, Saul Bellow (1953), “O que Diz Molero”, Dinis Machado (1977), “Trabalhos e Paixões de Benito Prada”, Fernando Assis Pacheco (1993), “O Pentateuco de Isaac”, Angel Wagenstein (2001), “Fantasia para Dois Coronéis e uma Piscina”, Mário de Carvalho (2003)... Mas muito antes, cerca de 2 mil anos antes, houve Petrónio, presume-se que Titus Petronius Niger.

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