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Declínio e queda

Se os governantes fossem primeiramente escolhidos, como sugeriu Joseph Brodsky (nascido Iosif Brodskii na URSS em 1940 e Nobel em 1987), não segundo as suas ideias em política externa mas de acordo com a riqueza das suas leituras de Stendhal, Dickens e Dostoievski, não estou certa de que houvesse menos sofrimento no mundo, como pretendia o poeta, mas seguramente a literatura, sob impulso e exemplo, atravessaria um melhor momento. Não se trata de proclamar a morte do livro, sequer do romance e outras formas aparentadas pela enésima vez, nem de denunciar uma massificação da ficção que tende a aproximá-la do “grau zero da escrita”. O tema é outro, embora próximo.

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