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Poderá Jung salvar-nos de Trump?

Creio que foi num longínquo Festival Internacional de Cinema de Troia — muito antes de, armado em engenheiro, José Sócrates lá ter ido, a Troia, carregar num botão que fez implodir duas torres que viriam depois a dar origem a mais betão todavia mais espalhado... — que vi pela primeira vez “Ran”, de Akira Kurosawa. Vi-o em silêncio, maravilhada. No final, verbalizei a teoria que entretanto tomara forma no escuro (quando se é jovem é muito fácil elaborar teorias): “Ora aqui está um bom exemplo dos arquétipos de Jung. Porque não deixa de ser extraordinário que um realizador do Japão conte uma história em tudo semelhante à contada por Shakespeare no ‘Rei Lear’!”

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