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No céu não há humoristas

Uma das anedotas judaicas mais divertidas que conheço é esta: viajam dois judeus no “Titanic” e um deles chora copiosamente. Às tantas, pergunta-lhe o outro: “Mas estás a chorar porquê?” “Estou a chorar porquê?! Pois tu não vês que o barco se afunda?” Resposta do primeiro: “E então? O barco é teu?” Dito isto, a melhor descrição identitária do judaísmo deixou-a Philip Roth em “O Complexo de Portnoy” (livro que põe as mulheres a espreitar o erotismo masculino pelo buraco da fechadura).

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