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Ode ao meu país amado

Vivemos sufocados pelo presente. Diluídas as estações do ano que marcavam a lenta e redonda passagem do tempo, sobram aos urbanos as intermináveis bichas de verão para a praia, a febre primaveril dos fenos, o outonal fumo das castanhas e o pesadelo do Natal em pleno inverno. Mais solstício, menos equinócio. O presente, subtraído aos padrões climáticos regulares, transformou-se num continuum a que não falta porém excitação mundana. Não temos como nos aborrecer.

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