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Piloto? Palito? Who cares?

É sem pudor que o afirmo: os ficcionistas portugueses ganhariam mais em ler tabloides do que quaisquer outros jornais ditos de referência ou de letras. Não me interpretem mal. Não faço da ficção a ideia ingénua de que se trata de contar uma história, costurando-lhe de preferência segredos episcopais, derrames lacrimejantes, crimes sanguinolentos ou episódios subtraídos ao ranço dos alfarrábios... (com sorte ainda sai um bestseller). Aliás, a ser assim, seria sempre necessário esmiuçar — ‘contar uma história bem esgalhada’, e o busílis da coisa está naturalmente no “bem esgalhada”.

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