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Da imortalidade 
ao Forte de Peniche

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Entre o local onde estou e Moscovo distam quase cinco mil quilómetros, dias de estrada. Quanto à temperatura do ar, subtraíam-se 10 graus à capital russa (daqui a alguns meses, a diferença subirá pelo menos para o dobro). Acresce que Moscovo é cidade de interior e aqui onde me encontro a vista do mar fica a meia rotação do meu corpo. Areia quente, mar chão, sol quase rasante. Até à fronteira do horizonte, linha de água e de terra, tanto faz, uma luz dourada de final de tarde cobre tudo. Se Camilo me aparecesse agora caminhando sobre as águas a perguntar onde está a felicidade, gritar-lhe-ia a plenos pulmões: Aqui! Aqui!

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