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O Armagedão adiado

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Com a época balnear oficialmente encerrada, nem por isso a rentrée se tem mostrado menos silly. Leio, à distância, que o plafond a partir do qual se é rico em Portugal está nos 50 mil euros. Confesso a minha dificuldade em me pronunciar sobre a matéria. Como expliquei há uns anos a um editor — vivia-se, então, no rescaldo de “Os Ricos que Paguem a Crise” —, que insistia em que eu confirmasse a fortuna, calculada por alto, de um camarada de profissão meu amigo, do meu ponto de vista só se começa a ser rico se no património se incluir uma ilha, de preferência no Índico, um veleiro em madeira, um hidroavião e um exemplar da primeira edição da “Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto.

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