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O que é que um talhante sabe de fatos de banho, afinal?

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Considerando que a silly season só termina no próximo equinócio, vou tentar combinar burquínis e Agostinho de Hipona, não sem antes admitir uma certa nostalgia pelos verões em que nos limitávamos à exegese de frases cristalinas como “Estar vivo é o contrário de estar morto” (Lili Caneças) ou “Por acaso foi uma ideia minha” (Pedro Passos Coelho). Este ano foram os burquínis. Exportados da Austrália para França, deram origem a uma controvérsia global, se excluirmos Ulan Bator, capital onde é raro ver-se alguém em fato de banho, a Síria, onde as bombas vêm distraindo os habitantes dos prazeres da beira-mar, e, claro, países como Arábia Saudita, Irão, Qatar, Sudão...

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