Siga-nos

Perfil

Expresso

André Fernandes Jorge

  • 333

Inteiramo-nos da nossa idade quando começamos a colecionar mortos; a maioria de nós tem a sorte de ser imortal até certa altura da vida. A morte é sempre a morte dos outros, claro, mas os que se vão empobrecem-nos apesar das memórias, do rasto que deixam ou da riqueza que acrescentam. Um paradoxo: acabamos por morrer de barriga cheia, atulhados de fantasmas. Já vi morrer muita gente

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)