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Paulo Varela Gomes, gente de outra colheita

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Se há alguém, na ficção portuguesa mais recente, que vale a pena ler, é Paulo Varela Gomes (1952-2016). Morreu na semana passada, uma morte anunciada e adiada que lhe permitiu ainda publicar no início deste ano o romance “Passos Perdidos” — fora, aliás, o próprio a escrever, num texto pungente de desarmante lucidez sobre a doença que lhe corroía o corpo: “morrer é mais difícil do que parece”. Reputado historiador de arte e de arquitetura, existe nos seus textos de ficção (a que passa a dedicar-se em exclusivo — e talvez com carácter de urgência — com a novela “Verão de 2012”) um desvelo de artífice. que podemos imaginar num construtor de pontes... ou de catedrais.

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