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Expresso

La femme est l’avenir de l’homme?

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Há uns anos, participei na Indonésia numa cerimónia em que tive de apertar a mão a um príncipe. Na realidade, percebi depois, foi ele quem se sentiu na obrigação de me apertar a mão. Comentando o sucedido com uma timorense católica há muito a residir em Jacarta, confidenciei-lhe que, para príncipe — e responsável político —, o homem me parecera algo apático, cumprimento mole e olhar baço, sem réstia de um “brilhozinho” sequer. Que não, pelo contrário: tratava-se de uma águia, uma águia-real, digamos assim, de inteligência viva e conduta enérgica.

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