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Expresso

“Louvado e louvador são dois patetas!” (verso de Bocage)

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Tem sido um não acabar de comendas, colares, medalhas e medalhinhas. Um frufru. Um sururu. Depois de 9 de março não haverá mais serões de poesia, mas como disse Bocage: “Antes um corno pelos peitos dentro / Que um verso de Saunier pelos ouvidos”. Outros tempos, em que o poeta cantava premonitoriamente, ainda em Bruxelas se não fazia sexo no desconforto dos lavabos: “A espada do membrudo Ferrabrás / De certo não metia mais horror: / Esse membro é capaz até de pôr / A amotinada Europa toda em paz.” O assunto era o Brexit, não a Síria, pelo que o slogan: Make love, not war não se aplica ao casal de funcionários da UE apanhado naquilo.

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