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Expresso

Se não existíssemos, teríamos de ser inventados

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Com o pavor do comunismo que por aí anda, quase apetece parafrasear Graham Greene em “O Meu Amigo General”, concluindo-se que o momento político português, mais do que “a mera alternância entre partidos rivais”, arrisca tornar-se “uma questão de vida ou de morte”. Greene referia-se a Espanha e à América Latina, em cujo radicalismo apaixonado residiria a razão de ser do seu continuado interesse por tais fronteiras (coisa que em Portugal bem podia procurar em vão, mesmo de candeia acesa, “Nápoles por Suíços Habitada”, como escreveu O’Neill). Brandos costumes não é só o título de um filme de Alberto Seixas Santos, e quanto ao cónego Melo considere-se um desvio à regra.

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