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Expresso

Palmira, meu amor

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Nunca fui a Palmira. Decerto nunca irei a Palmira. E se ainda agora lamentamos o desaparecimento da Biblioteca de Alexandria, eventualmente destruída em meados de 600, com igual razão choramos hoje a destruição paulatina de Palmira, embora “paulatina” seja palavra que pouco parece colar com a violência feroz do chamado Estado Islâmico. Desta vez visaram o Arco do Triunfo. Toneladas de explosivos colocados com cautela e ciência, que o terror não é necessariamente à balda antes pelo contrário. Requer sistematicidade e meticulosidade, como sabe qualquer um de nós que tenha lido o Marquês. O de Sade. O Arco estava lá há cerca de dois mil anos. Devem ter levado poucos minutos a arrasá-lo.

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