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Expresso

Antes que chegue a silly season

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Há o livro antes e depois de Gutenberg (em rigor, há a cultura antes e depois de Gutenberg). A porta da massificação da leitura — e, com ela, a dos nacionalismos e da industrialização que trouxe o capitalismo — nunca teria sido aberta sem o “homem tipográfico” de que falou McLuhan. E se já éramos a civilização do Livro — não por acaso a Bíblia foi a primeira obra a ir à prensa — passámos, com propriedade, à civilização dos livros. 


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