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Expresso

Da literatura como consolação

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A expressão “no meu tempo...” costuma ser entendida como sinal de (mau) envelhecimento. Eu própria — e desculpe-se o tom confessional, mas é que escrevo na véspera de mais um aniversário e lá vem o Álvaro de Campos: “No TEMPO em que festejavam o dia dos meus anos,/ Eu era feliz e ninguém estava morto.” — tendo a lembrar-me do Xerife Bell, personagem de Cormac McCarthy: “Porque muitas das vezes que eu digo que o mundo está a ir direitinho para o Inferno ou alguma coisa do género, as pessoas limitam-se a fazer-me um sorriso e dizem-me que estou a ficar velho”.

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