Siga-nos

Perfil

Expresso

Juntar peças

Em 1967, Philip Larkin escrevia “Sexual intercourse began in nineteen sixty-three (which was rather late for me), between the end of the ‘Chatterley’ ban and the Beatles’ first LP”. Embora já umas quantas décadas mais tarde, um miúdo belga de 13 anos, ao passar os olhos por “Lady Chatterley’s Lover”, de Lawrence, também não evitou deter-se numa passagem da carta de Oliver Mellors a Connie: “My soul softly flaps in the little Pentecost flame with you, like the peace of fucking. We fucked a flame into being. Even the flowers are fucked into being between the sun and the earth.” E ficou com a certeza de que aquela frase — “We fucked a flame into being” — poderia ser a semente para um disco.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso, pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido