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Para quê, para que servem os poetas em tempo de indigência?”, pergunta Hélia Correia pela voz de Amélia Muge, citando o Hölderlin de “Pão e Vinho”. Não terão, porventura, ainda reparado mas, no que acabaram de ler, está, senão a totalidade, pelo menos, a semente de “Archipelagos — Passagens”, de Amélia Muge e Michales Loukovikas. Esta atribuição de autoria está, entretanto, tremendamente amputada.

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