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João Lisboa

Boa música no “Titanic”

Se, por estes dias, os putos rufias do planeta — o Kim, o Donald, o Vlad-meia-leca — se engalfinhassem a sério, segundos antes de vermos surgir na linha do horizonte um fabuloso light show de fulgurantes cogumelos, de uma coisa, pelo menos, poderíamos estar certos: os últimos seis meses de vida do mundo as we know it tinham sido, musicalmente, riquíssimos. Fraco consolo para quem, logo a seguir, se iria transformar em fóssil radioativo, espécie de estátua de sal bíblica para futuros estudiosos extraterrenos do mal-sucedido projeto-homo sapiens. Mas que até contribuiria para explicar por que motivo, no grande e pérfido desígnio cósmico, os seis meses restantes de 2017 seriam desnecessários.

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