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Transatlântico

Lloyd Cole nunca o admitiu mas tudo aponta para que partilhe aquela opinião de Oscar Wilde na qual ele confessava :“Sou um homem de gostos simples. Para mim, o melhor basta.” Se não, repare-se: em 1988, aos 28 anos, recém-saído do divórcio — mais ou menos amigável — com os Commotions e acabado de se expatriar para Nova Iorque, quando pensa em guitarristas com quem poderia trabalhar, não faz a coisa por menos — Richard Thompson ou Robert Quine. Nunca saberemos (mas podemos sonhar muito alto...) o que poderia ter resultado caso a primeira hipótese se tivesse concretizado, mas ninguém duvida de que a contribuição do segundo — com quem gravou “Lloyd Cole” (1990), “Don’t Get Weird On Me Babe” (1991), “Love Story” (1995) e “Etc.” (2001) — não subtraiu quaisquer pontos à reputação que conquistara com os Voidoids, Material, Tom Waits, James White, Lydia Lunch ou Lou Reed, e acrescentou muitos à de Cole.

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