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Pele

Vamos conhecendo Laura Marling, literalmente, pela pele. Ou pelo que ela vai inscrevendo na pele. Em 2013, por altura da publicação de “Once I Was an Eagle”, ficámos a saber que, no pulso direito, tem tatuado o lema dos baronetes de Marling — cujo primeiro titular foi, desde 1882, Sir Samuel Marling, industrial, filantropo e político liberal —, “nulli praeda sumus” (“não somos presa de ninguém”). Agora, no momento em que surge “Semper Femina”, descobrimos que, aos 21 anos, tatuou discretamente o título do álbum — citação deliberada e ironicamente truncada da “Eneida”, de Virgílio: “varium et mutabile semper femina” (“a mulher sempre vária e volúvel”) — na elegantíssima coxa esquerda.

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