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À maneira de

Podem sempre acontecer surpresas. No entanto, se todos os indícios se confirmarem, na madrugada de domingo para segunda, a Academia de Hollywood atulhará de estatuetas “La La Land”, o musical realizado por Damien Chazelle, com banda sonora (score e canções) de Justin Hurwitz. Mas, na totalidade ou em parte das 14 categorias para que foi nomeado, o que a máquina dispensadora de Óscares terá, realmente, celebrado é a glorificação da sua nostalgia de um género que viveu a época de fulgor clássico nos anos 30, 40 e 50, sobreviveu nos 60, cambaleou nos 70, 80 e 90 (socorrendo-se do balão de oxigénio de diversos filmes de animação) e, na passagem para o novo milénio, reconhecendo o quase óbito, nos seus melhores (e raros) exemplos se viu obrigado a reformular o conceito.

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