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Para durar

Na madrugada de 13 de maio de 1988, o trompetista e cantor de jazz Chet Baker foi encontrado morto em Amesterdão, sob a janela do seu quarto no Hotel Prins Hendrik, na Prins Hendrikkade, perto do Zeedijk, então uma zona de tráfico de drogas e marginalidade, vizinha do red-light district de De Wallen e, hoje, artéria central da Chinatown local. No quarto 210 — daí em diante, designado como “The Chet Baker Room” —, sem nenhuma surpresa para quem o conhecia, havia cocaína e heroína. À esquerda da porta de entrada do hotel seria afixada uma placa de bronze com um baixo-relevo de Baker tocando trompete e onde se lê “he will live on in his music for anyone willing to listen and feel”. Howe Gelb foi um dos que ouviram e sentiram.

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