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O pavor “politicamente correto” perante a possibilidade de ofender, chocar ou, sequer, vagamente incomodar sensibilidades nacionais, étnicas, de género, religiosas, ideológicas ou outras não só conduz ao patrulhamento da linguagem e de todo e qualquer ato potencialmente ‘infrator’ como gera o reflexo de proteção obrigatória e imediata de todas as infinitamente vulneráveis vítimas, à mercê dos descuidados ou mal-intencionados agressores.

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