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No frenético vaivém das recuperações, reavaliações e repescagens com que a indústria discográfica se entretém — e, através das quais atualmente tenta, pura e simplesmente, sobreviver — nenhuma terá sido tão inesperada e tão surpreendentemente interessante como a do “easy listening”/“muzak”/“elevator music”, na segunda metade dos anos 90 do século passado. Nem necessitava de se reivindicar de linhagem ilustre (de Bach a Telemann, Mozart, Satie, Cage ou Brian Eno), porque aquilo que o velho baú, há muito fechado, foi revelando valia por si mesmo:

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