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Expresso

Por onde começar

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Se costuma acreditar em tudo o que lê, é bem possível que tenha ficado convencido de que, no último álbum, “Painting With”, os Animal Collective tenham optado por um matrimónio peculiar entre a variedade de psicadelismo que praticam e uma estirpe contemporânea do dadaísmo. No ano em que se comemora o centenário da inauguração, em Zurique, do Cabaret Voltaire (não confundir, por Zeus!, com a homónima banda britânica) e do primeiro “Manifesto Dada”, de Tristan Tzara, era um anzol que estava mesmo a pedir para ser engolido.

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