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Há duas grandes instituições museológico-arquivísticas no perímetro do rock e áreas limítrofes: as “Bootleg Series”, de Bob Dylan, e os “Archives”, de Neil Young. O magno projeto do gigante Zimmerman, coisa bem arrumada, metodicamente planificada e regularmente revelada ao universo, teve início em 1991 com os “Volumes 1-3 (Rare & Unreleased) 1961-1991”, a que se seguiu, em 1998, o mítico “Live 1966: The Royal Albert Hall Concert”, e vai já em 12 tomos — o mais recente, deste ano, “The Cutting Edge 1965-1966”, em edições de 2, 6 e 18 CD, explora à lupa as entranhas de “Bringing It All Back Home” (1965), “Highway 61 Revisited” (1965) e “Blonde on Blonde” (1966) — que, entre mil outras preciosidades, permitiram escutar tudo o que o baú das “Basement Tapes” ainda encerrava ou espreitar os bastidores do grande Houdini act de “Self Portrait” (1970). Já os “Archives”, de Young, são um empreendimento assaz caótico.

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