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Shirley Collins tinha 24 anos quando, em 1959, acompanhou o folclorista norte-americano Alan Lomax (desde 1950 exilado em Londres devido à caça às bruxas mccarthysta) numa expedição aos EUA para recolha e gravação de música tradicional — blues, bluegrass, folk —, através da Virginia, Arkansas, Kentucky, Alabama e Mississippi. A atmosfera familiar proletária, em Hastings, tinha-a educado no gosto pelo conhecimento e interpretação do reportório folk britânico, mas seria após essa viagem e a verificação in loco de como as formas tradicionais se transformavam na travessia do Atlântico que Shirley se lhe entregaria, por inteiro.

 

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