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Expresso

Os lugares errados

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Na edição de abril da “Cosmopolitan”, Jana Hunter publicou um texto onde recordava o momento, por volta dos 4 anos, em que explicara aos pais, irredutivelmente católicos, que era um rapaz e não uma rapariga. O facto de (pouco surpreendentemente) a reação ter sido tudo menos acolhedora não a impediu, porém, de hoje se declarar “incrivelmente confortável com as minhas muito fluidas identidade de género e sexualidade”. Ainda que continue a perturbá-la bastante a circunstância de alguém que não se identifica como “mulher” poder ser objeto da misoginia predominante no universo pop/rock, por mais indie que ele se afirme.


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