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Passou uma brigada do reumático

Foi um sucesso, um regresso triunfal a um lugar onde já foram felizes: Campos e Cunha, Teixeira dos Santos e Maria Luís Albuquerque apareceram em público, logo numa audição no Parlamento, para clamarem à uma que “reestruturação da dívida pública, não obrigado”. Divergências? Quais divergências, o respeitinho é muito bonito. Têm uma mensagem e não foram tímidos, que ninguém pense que Portugal pode negociar com o sistema financeiro, que é deus lá nas alturas. “Mau negócio”, disse Campos e Cunha, “eticamente condenável e financeiramente desastroso”, acrescentou (o “eticamente” devia ser emoldurado). A dívida deve ser gerida “sem entrar em aventuras que seriam dolorosas para o país”, sentencia o banqueiro que assinou o plano de resgate. É preciso evitar esses “danos”, remata Albuquerque. Creio que saíram satisfeitos com a própria prestação.

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